Os moradores sofrem com a lama que desce do cemitério e invade as casas mais próximas
Quem mora no Palmital sabe. Baste chover para que as ruas do bairro, encravado entre Casimiro de Abreu e Rio das Ostras fiquem inundada. O problema piora para quem mora próximo ao cemitério local.
Construído na parte alta há cerca de dez anos, ele serve de passagem para uma enxurrada de lama e terra que atinge as casas abaixo.
A situação já foi denunciada pela imprensa, mas nada é feito. O temor dos moradores é que a água contaminada prejudique plantações e afete a criação de patos e galinhas.
“Não vimos nada de concreto ser realizado. Estamos preocupado com o período de chuva. Além do mais, as leis federais e estaduais estão sendo desrespeitadas“, disse Jorge Melo que levou o caso à justiça há dois anos.
Segundo a Prefeitura de Casimiro, a licença ambiental para o cemitério foi solicitada ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA) é que um projeto de recuperação da área está sendo elaborado. Também garantiu que nesta semana uma equipe da Prefeitura vai visitar o bairro Palmital para avaliar como ajudar os moradores.