Marcos Rocha tira Rondônia do Pacto Nacional pela Vida e pela Saúde

 Governadores de 21 unidades da Federação divulgaram ontem, 10, uma proposta de Pacto Nacional pela Vida e pela Saúde, onde defendem três pilares para enfrentamento da crise sanitária: expansão da vacinação, apoio a medidas restritivas e apoio aos Estados para manutenção e ampliação de leitos. Cinco governadores não aderiram ao pacto: do Amazonas, WILSON LIMA (PSC-AM); do Paraná, Ratinho Junior (PSD-PR); do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC-RJ), de Rondônia, Marcos Rocha (sem partido), de Roraima, Antonio Denarium e de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL-SC). Todos estes eleitos sob o efeito Bolsonaro em 2018.

Rondônia vive o pior momento da transmissão da doença desde o início da pandemia há um ano.
60 mortes em Rondônia nas últimas 24 horas, sendo 29 em Porto Velho. No Brasil, mais de 270 mil pessoas já morreram vítimas do descaso do governo federal.
A iniciativa de parte dos gestores estaduais é justificada na carta aberta pelo agravamento da situação sanitária, com terríveis perdas de vidas, além de danos econômicos e sociais. “O coronavírus é hoje o maior adversário da nossa Nação. Precisamos evitar o total colapso dos sistemas hospitalares em todo o Brasil e melhorar o combate à pandemia. Só assim a nossa Pátria poderá encontrar um caminho de crescimento e de geração de empregos”, diz o documento.

Fonte: Mais Rondônia/ UOL

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