Sintero cobra vacinação em massa e recurso para despesas com internet e equipamentos dos trabalhadores

 

 

Ao participar de uma carreata em protesto às reformas do governo federal, evento realizado na última quarta-feira (24) em Porto Velho, a presidente do Sintero, Lionilda Simão, disse que os trabalhadores em educação vão resistir e lutar contra às aulas presenciais na pandemia até que haja vacinação em massa para categoria, bem como para grande parcela da sociedade. Além disso, o contraponto irá permanecer enquanto as escolas não estiverem preparadas para receber com segurança toda a comunidade escolar. Na oportunidade, ela destacou que a categoria continua cumprindo com sua jornada de trabalho, se desdobrando para oferecer uma educação de qualidade através das aulas remotas, custeando seus próprios equipamentos eletrônicos e despesas domésticas, sem mínima assistência do Poder Público. Apesar de tantas adversidades, ela reforçou que o retorno presencial só será considerado pelos trabalhadores em educação após achatamento da curva de óbitos e contaminação do vírus, o que ainda não é o caso de Rondônia. O protesto foi realizado em parceria com Fórum Rondoniense sobre a Reforma Administrativa, composto por 32 entidades, que percorreu as principais ruas e avenidas de Porto Velho, denunciando os retrocessos na Educação Pública e os constantes ataques aos servidores públicos feito pelo governo federal através de suas "reformas" maléficas, entre elas, a da previdência, já realidade, e a pretensa reforma administrativa. 

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